A retomada da produção de ureia pela petrobrás na Fafen-PR, em Araucária, no Paraná, representa mais um passo importante na reconstrução do Sistema Petrobrás e da soberania nacional. A unidade havia sido paralisada durante os governos anteriores, em meio à política de desmonte e privatizações que atingiu diversos setores estratégicos da empresa.
A volta das operações acontece em um momento decisivo para o Brasil e para o mundo. O mercado internacional de fertilizantes vive uma forte crise provocada pela escalada dos conflitos no Oriente Médio e pelas dificuldades de circulação no Estreito de Ormuz, região estratégica para o transporte global de fertilizantes e insumos químicos. O cenário já pressiona os preços da ureia e ameaça a produção agrícola em vários países.
Nesse contexto, a retomada da produção nacional fortalece a segurança energética e alimentar do país, reduzindo a dependência externa de fertilizantes e ampliando a capacidade produtiva brasileira em um setor fundamental para a agricultura.
A fábrica da petrobrás produz ureia e amônia, produtos essenciais para a fabricação de fertilizantes nitrogenados e também utilizados em outras cadeias industriais. A reativação da unidade marca a recuperação de investimentos estratégicos que haviam sido abandonados nos últimos anos.
Para os trabalhadores do Sistema Petrobrás, a retomada da Fafen-PR simboliza a resistência contra o desmonte e reforça a importância de uma petrobrás integrada, pública e voltada para o desenvolvimento nacional.
