Skip to content Skip to footer

Sindicato cobra novamente Transpetro por placas de identificação de riscos em áreas operacionais

Novo ofício retoma uma solicitação feita originalmente em janeiro de 2023, que até o momento não foi atendida

O Sindipetro Caxias voltou a cobrar oficialmente a Transpetro pela instalação de placas de identificação de riscos e medidas de controle no Terminal de Campos Elíseos (TECAM) e em demais áreas operacionais da empresa no estado do Rio de Janeiro. O novo ofício retoma uma solicitação feita originalmente em janeiro de 2023, que até o momento não foi atendida.

De acordo com o sindicato, a ausência das placas representa descumprimento direto da Lei Estadual RJ nº 3.007, de 9 de julho de 1998, que dispõe sobre o transporte, armazenamento e queima de resíduos tóxicos no estado. A legislação determina que áreas que produzem, manipulam, transportam ou armazenam resíduos tóxicos, perigosos ou nocivos devem conter sinalização clara e visível, informando não apenas o tipo de substância presente, mas também seus riscos, impactos à saúde humana e ao meio ambiente, além dos procedimentos de segurança e de atuação em caso de acidentes.

O Artigo 3º da lei estabelece que, nos locais destinados à disposição final de resíduos, devem ser afixadas placas indicativas contendo informações como o tipo de resíduo, sua procedência, os cuidados necessários e seus efeitos sobre a saúde e o meio ambiente. Já o Artigo 8º é ainda mais específico ao determinar que empresas e indústrias devem instalar, em suas entradas, placas de grandes proporções e fácil visualização, de modo a informar às comunidades do entorno sobre os riscos envolvidos, os mecanismos de controle utilizados e o destino final dos resíduos ou substâncias.

Para o Sindipetro Caxias, o não cumprimento da legislação após três anos do primeiro pedido evidencia uma postura negligente diante da segurança dos trabalhadores, das trabalhadoras e da população do entorno das unidades da Transpetro. “Trata-se de um direito à informação e de uma medida básica de prevenção de acidentes e de proteção à saúde coletiva”, reforça a entidade.

O sindicato cobra agora uma resposta efetiva da empresa e a adoção imediata das medidas previstas em lei, destacando que a transparência sobre os riscos existentes nas áreas operacionais é fundamental para a prevenção, a fiscalização social e o respeito às normas ambientais e de segurança no estado do Rio de Janeiro.

SINDIPETRO CAXIAS | 14/01/2026

LEIA O OFÍCIO

Leave a comment

Sign Up to Our Newsletter

Be the first to know the latest updates

[yikes-mailchimp form="1"]