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Sindipetro Caxias realizará Curso de CIPAA aberto para categoria petroleira nos dias 13 e 14 de maio

O Sindipetro Caxias convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras da REDUC, TECAM E UTE para participarem do Curso de CIPAA, que será realizado nos dias 13 e 14 de maio, das 8h30min às 16h30min, na sede do Sindicato, situado na Rua José de Alvarenga, n° 553 – Centro, Duque de Caxias. O encontro terá transporte e alimentação inclusa.

LINK DE INSCRIÇÃO: https://forms.gle/SXs5DQuVmnybhm8q9

OBJETIVO: a iniciativa do Sindipetro Caxias busca fortalecer o papel de trabalhadores e trabalhadoras no debate e prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho dentro da Comissão de Prevenção de Acidentes e Assédios (CIPAA). O espaço tem como objetivo promover a troca de experiências e atualização de conhecimentos voltado à saúde e segurança da categoria.

PÚBLICO-ALVO: o curso é aberto a toda a categoria petroleira da base de Caxias e convidados(as) sob análise. No entanto, em função da dinâmica do evento, o número de inscritos será limitado a 20 pessoas, sendo dada a seguinte prioridade:

  1. membros eleitos de CIPAA;
  2. membros da direção Sindical de Caxias;
  3. mulheres e demais trabalhadores de setores oprimidos;
  4. membros indicados de CIPAA;
  5. demais membros da categoria.

EMENTA: A formação será ministrada pela Engenheira Agrônoma e Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal Do Paraná (UFPR), Vanessa Farias. De acordo com a especialista, a oficina abordará a atuação da CIPAA e do Sindicato na construção de processos protetores da saúde, com base nos referenciais da Saúde do(a) Trabalhador(a). “Ao longo da atividade, serão discutidos o processo de trabalho e seus impactos sobre a saúde dos petroleiros e petroleiras, os perigos e a nocividade presentes nas atividades do trabalho, bem como a exposição a agentes nocivos no ambiente de trabalho, com destaque para o Benzeno”, explicou Vanessa Farias.

O Curso de CIPAA do Sindipetro Caxias também trará análises sobre os adoecimentos, acidentes e o atual cenário de silêncio epidemiológico. Além dos limites dos indicadores relativos à segurança frente ao trabalho real. Serão debatidas ainda estratégias de Vigilância em Saúde do(a) Trabalhador(a), envolvendo a identificação de perigos e nocividades do trabalho, o uso de ferramentas de análise, a intervenção no processo de trabalho e as ações de notificação e vigilância epidemiológica.

Participa da oficina também o Dr. Hugo Almeida, professor da UERJ, com experiência no trabalho dos petroleiros e petroleiras.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: A construção de uma CIPAA forte é essencial para os trabalhadores e trabalhadoras, pois representa uma ferramenta concreta de vigilância, prevenção e enfrentamento das condições inseguras no ambiente de trabalho.

Uma comissão atuante contribui diretamente para a redução de acidentes, a melhoria das condições laborais e o fortalecimento da organização de classe na defesa de seus direitos. O fortalecimento das CIPAAs, incluindo identificação de riscos, medidas preventivas e a atuação coletiva são essenciais na defesa da integridade física e mental dos trabalhadores e trabalhadoras.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédios é regulamentada pela Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5), que estabelece suas diretrizes, composição e atribuições. Essa norma define a obrigatoriedade da constituição da CIPAA nas empresas, bem como seu papel fundamental na promoção da saúde e segurança no trabalho. Dessa forma, iniciativas como essa formação são ferramentas que buscam garantir que os(as) membros das CIPAAs estejam preparados para exercer suas funções com responsabilidade e eficácia.

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